Tyler: Whatever you do in life will be insignificant, but it's very important that you do it. Because nobody else will. Like when someone comes into your life and half of you says you're nowhere near ready, but the other half says: make her yours forever.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Remember me 1
Ally Craig: I have my dessert first.
Tyler: Is that a political statement? A medical condition, perhaps?
Ally Craig: I just don't see the point in waiting. I mean, what if I die while eating my entree?
Tyler: Is that probable?
Ally Craig: It's possible. What if I choke? What if an asteroid come hurling down onto the restaurant?... I'll tell you what, if you swear on your eternal soul that I'll make it through my entree, then I'll wait. But before you answer, consider that if something does happen, you'll have to live the rest of your life knowing that not only did you lie to me, but you denied of my one last indulgence. Are you prepared to shoulder that kind of responsibility?
Vingança
A ultima que ouvi dele é que quer vingança da ex, e como quer isso não pode ter relação nenhuma!
Já percebi que não vou conseguir tirar-lhe isso da cabeça e muito menos do coração, vejo a raiva nos olhos dele quando fala nisso e vejo a convicção dele nisso.
Acho que prender a vida a uma vingança infantil é uma estupidez, uma perda de vida e de tempo, uma perda de energia que um dia o vai esgotar (ou não), e eu vou ter de me manter longe, continuar a minha saga que é esquece-lo.
Na minha opinião as vinganças nunca levaram a nada e acho que as pessoas acabam por cair sozinhas. Como aquele que foi o meu grande amor um dia... ele merecia uma vingança, merecia que o gozasse um pouco como um dia me fez... mas não me dei nem me dou a esse trabalho. Passado 1 ano e pouco da nossa separação, ele está sozinho, a morar com a mãe, não me parece que seja feliz e já me pediu para voltar. Não precisei de vingança nenhuma, ele caiu sozinho. Acho que agora namora com uma miuda de 24anos, ainda nem entendi bem!
A vingança não leva a nada, porque a dor que temos no peito tem de desaparecer com o tempo, e não vai ser a vitoria da vingança que vai acalmar a dor!
Já percebi que não vou conseguir tirar-lhe isso da cabeça e muito menos do coração, vejo a raiva nos olhos dele quando fala nisso e vejo a convicção dele nisso.
Acho que prender a vida a uma vingança infantil é uma estupidez, uma perda de vida e de tempo, uma perda de energia que um dia o vai esgotar (ou não), e eu vou ter de me manter longe, continuar a minha saga que é esquece-lo.
Na minha opinião as vinganças nunca levaram a nada e acho que as pessoas acabam por cair sozinhas. Como aquele que foi o meu grande amor um dia... ele merecia uma vingança, merecia que o gozasse um pouco como um dia me fez... mas não me dei nem me dou a esse trabalho. Passado 1 ano e pouco da nossa separação, ele está sozinho, a morar com a mãe, não me parece que seja feliz e já me pediu para voltar. Não precisei de vingança nenhuma, ele caiu sozinho. Acho que agora namora com uma miuda de 24anos, ainda nem entendi bem!
A vingança não leva a nada, porque a dor que temos no peito tem de desaparecer com o tempo, e não vai ser a vitoria da vingança que vai acalmar a dor!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Amizades
Percebemos quem são os amigos quando estes olham para nós e dizem "não estás bem".
Tempos houve em que enganava bem com o meu típico sorriso, mas esse sorriso desapareceu há umas semanas e ainda não voltou.
E já ouvi de dois amigos "precisas de mimos", andarei tão transparente?
Respondi a um deles que é apenas o cansaço, que é muito tempo numa luta sozinha, a fazer tudo sozinha e que pela primeira vez na minha vida confirmava que sim é verdade que preciso de mimo, não de mimo que um homem dá a uma mulher mas de mimo de um amigo (a). Detesto o posto de coitadinha, sempre me arranjei sozinha, sempre lutei sozinha mas desta vez está difícil sair de onde estou.
E a resposta dele foi uma metáfora a algo que um dia destes eu lhe disse :
"não é preciso andar sempre a lutar mulher, deixa o comboio passar um bocadinho, se fores sempre a conduzir não vês a paisagem... :)"
Isto porque eu lhe disse que adorava conduzir, a única altura que não gostava era em viagens porque adoro ir sossegada a mirar a paisagem e tirar fotos!
E são estas pessoas que ainda me arrancam um sorriso, às vezes forçado mas está lá...
Tempos houve em que enganava bem com o meu típico sorriso, mas esse sorriso desapareceu há umas semanas e ainda não voltou.
E já ouvi de dois amigos "precisas de mimos", andarei tão transparente?
Respondi a um deles que é apenas o cansaço, que é muito tempo numa luta sozinha, a fazer tudo sozinha e que pela primeira vez na minha vida confirmava que sim é verdade que preciso de mimo, não de mimo que um homem dá a uma mulher mas de mimo de um amigo (a). Detesto o posto de coitadinha, sempre me arranjei sozinha, sempre lutei sozinha mas desta vez está difícil sair de onde estou.
E a resposta dele foi uma metáfora a algo que um dia destes eu lhe disse :
"não é preciso andar sempre a lutar mulher, deixa o comboio passar um bocadinho, se fores sempre a conduzir não vês a paisagem... :)"
Isto porque eu lhe disse que adorava conduzir, a única altura que não gostava era em viagens porque adoro ir sossegada a mirar a paisagem e tirar fotos!
E são estas pessoas que ainda me arrancam um sorriso, às vezes forçado mas está lá...
sábado, 4 de fevereiro de 2012
A estupidez do ser humano
O ser humano tem coisas estranhas, não há duvida disso, senão vejamos.
Eu sempre dei tudo, nas duas ultimas relações que tive, as mais sérias, dei tudo de mim, lutei, rastejei quase para que tudo desse certo. Lutei por um casamento até o meu amor por ele acabar. Lutei pelo que considerei o amor da minha vida até ele sair de casa e desistir de nós, quando não fez quase nada por nós.
Quando o meu amor por eles terminou, eu desisti de ir atrás, desisti de lutar por aquele amor que já não existia.
Depois de eu desistir.... os dois tentaram voltar para mim.
O meu ex marido, aquele que não queria saber do casamento para quase nada, que me traiu, quando percebeu que eu estava a falar serio quando falei em divorcio tentou voltar atrás. Houve até uma fase muito complicada para mim, vê-lo a chorar à minha frente foi algo que nunca esquecerei. Naquela altura roguei-lhe pragas e disse de forma a que ouvisse "é pelos anos que chorei eu", hoje percebo que quando nos cai a ficha e percebemos que podemos perder o que parecia certo, magoa!
Hoje e passado três anos voltou mais uma vez a falar-me de nós. Como nos damos muito bem hoje em dia e temos uma amizade que poucos entendem, diz ele que tem pensado nisso estas noites e que se calhar até podia dar certo entre nós de novo!
Que temos uma filha em comum, que ambos mudamos (sim é verdade), que hoje vê as coisas de forma diferente e que sinceramente "acho que nunca ninguem vai ser suficiente boa para voltar a ter uma vida".
Eu sempre dei tudo, nas duas ultimas relações que tive, as mais sérias, dei tudo de mim, lutei, rastejei quase para que tudo desse certo. Lutei por um casamento até o meu amor por ele acabar. Lutei pelo que considerei o amor da minha vida até ele sair de casa e desistir de nós, quando não fez quase nada por nós.
Quando o meu amor por eles terminou, eu desisti de ir atrás, desisti de lutar por aquele amor que já não existia.
Depois de eu desistir.... os dois tentaram voltar para mim.
O meu ex marido, aquele que não queria saber do casamento para quase nada, que me traiu, quando percebeu que eu estava a falar serio quando falei em divorcio tentou voltar atrás. Houve até uma fase muito complicada para mim, vê-lo a chorar à minha frente foi algo que nunca esquecerei. Naquela altura roguei-lhe pragas e disse de forma a que ouvisse "é pelos anos que chorei eu", hoje percebo que quando nos cai a ficha e percebemos que podemos perder o que parecia certo, magoa!
Hoje e passado três anos voltou mais uma vez a falar-me de nós. Como nos damos muito bem hoje em dia e temos uma amizade que poucos entendem, diz ele que tem pensado nisso estas noites e que se calhar até podia dar certo entre nós de novo!
Que temos uma filha em comum, que ambos mudamos (sim é verdade), que hoje vê as coisas de forma diferente e que sinceramente "acho que nunca ninguem vai ser suficiente boa para voltar a ter uma vida".
E eu podia dizer que estou feliz com isto, podia ser aquele tipo de pessoa que se gaba de ter estes elogios, mas não fico feliz, porque percebo que só me dão valor depois de eu sofrer e me dar por vencida. Só me dão valor depois de me perderem, depois de verem, conforme eles dizem "que é dificil encontrar alguém como eu".
E o meu ego podia subir, podia ficar toda convencida, mas não fico. Tenho noção que tenho muitos defeitos, mas tenho mais noção ainda que quando amo dou muito de mim àquela pessoa, e sei que hoje em dia é raro haver alguém assim.
E além do meu ex marido, também aquele que foi o grande amor da minha vida quis voltar, aliás, até são os dois recentes. Ambos me falaram disso, um a semana passada o outro hoje!
E sinto uma mistura de raiva com tristeza, porque quando dei tudo de mim eles não se importaram se magoaram ou não. Porque quando tivemos algo que valia a pena, não deram valor.
Não me arrependo de nada do que fiz, mas confesso que magoa pensar nestas coisas. Será que tenho de colocar para trás quem amo, mudar o que sou, não dizer que amo, para ele sentir o que pode perder e querer ficar comigo?
É que eu considero isto joguinhos e sinceramente joguinhos nunca fizeram parte do que sou. Sempre disse o que sinto a quem amo, não tenho medo de amar, não tenho medo de dizer o que sinto, e isso é quem sou...
Mas começo a achar que tenho de mudar essa parte em mim, dar menos de mim, para que venham atrás!
O ser humano é um ser muito parvo!!!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Dia dos namorados
Está a chegar aquele dia, onde só há corações, momentos a dois, jantares a dois, estadias a dois.... bla bla blaa dois!
Sim é inveja!
Sim é inveja!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Felicidade ou não
"Segue a tua vida, é o melhor"
E a minha resposta foi "estás a pedir que desista de ser feliz, que abra mão da minha felicidade."
E lutadora como sou que vou contra a vida e o que ela me dá para chegar ao que quero, neste momento dizem-me que baixe os braços ao que vejo e sinto, dizem-me para seguir a minha vida quando o que sinto ali é o que sempre quis. E sim, é errado agarrar-me a isso, só me magoo mais, mas custa aceitar que é algo perfeito mas mais uma vez na epoca errada, no tempo errado ou lá o que seja!
E sinto que a vida é injusta, mais do que já achava. Sinto que ela anda a brincar comigo e sinto-me cansada. É uma luta longa demais e pela primeira vez estou a dar-me por vencida e isso está a deixar-me triste ao ponto de não ter de vontade de nada na vida. Não consigo agarrar-me a nada para subir à superfície.
E eu sei que sou forte, sempre o fui, engoli muita coisa nesta vida que a maioria nunca seria capaz, sempre me levantei e segui em frente, sempre fui positiva ao ponto de pensar que amanhã será melhor, "amanhã é outro dia, ergue-te e segue", tantas vezes disse isto a mim mesma.
Mas neste momento não consigo, sinto-me fraca, sinto-me "abatida", sinto que o raio da vida me venceu com as suas artimanhas.
Pela primeira vez estou mesmo a baixar os braços, não porque desisti mas porque não aguento mesmo mais passar sempre pelo mesmo!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
A musica
A musica para mim é como um refugio, tenho certeza que não poderia viver sem ela.
Foi sempre ela que me alegrou nos maus momentos tal como me fez chorar, é ela que me "ouve", é ela que me dá alento e me faz esquecer muitas vezes a vida lá fora.
Entrego-me à musica como se cada nota da sua melodia fizesse parte de mim, coloco os phones no máximo e naquele momento apenas existimos as duas!
Por isso tenho sempre musicas especificas para cada fase da minha vida.
Isto vem ao caso apenas e só porque vejo muita gente usar a mesma musica para vários casos amorosos.
Hoje tem namorada x e dedica-lhe aquela musica linda que ele ouve, depois acaba com ela e tem a namorada y e dedica-lhe a mesma musica. Isto faz-me confusão, porque para mim a musica acaba por definir uma parte da minha vida, uma epoca e quando a ouço passado anos revivo aqueles momentos ou aquela fase que passei. Não ia gostar de forma alguma de ter duas musicas para uma mesma pessoa.
Então dou por mim a ouvir certa musica que me dizem "olha esta é bonita", e logo ali elimino a possibilidade que marque aquele momento porque já marcou numa outra altura com um outro alguém, ou apenas a mim mesma.
Nesta minha fase o escolhido (por acaso) foi Bruno Mars, e sei que daqui a uns tempos ou anos ao ouvir aquelas duas ou três musicas me vão fazer lembrar este tempo, que tem tanto de mau como de bom.
E as musicas que marcaram a minha vida, apenas aquelas que estão mais à flor da pele são:
Guns n´Roses - november rain
Além mar - deixa-me olhar
Rui Veloso - anel de rubi
James Morrison e Nelly Furtado - broken strings
The Pogues - Love you till the end
The Swell Season - The moon
Bruno Mars - Again
Bruno Mars - It will rain
Christina Perri - Thousand Years
Colbie Caillat - You got me
Entre outras, e não saia tão cedo daqui.
Musica que me faz escrever, e faz com que a escrita flua... Pearl Harbor - Tennessee
Foi sempre ela que me alegrou nos maus momentos tal como me fez chorar, é ela que me "ouve", é ela que me dá alento e me faz esquecer muitas vezes a vida lá fora.
Entrego-me à musica como se cada nota da sua melodia fizesse parte de mim, coloco os phones no máximo e naquele momento apenas existimos as duas!
Por isso tenho sempre musicas especificas para cada fase da minha vida.
Isto vem ao caso apenas e só porque vejo muita gente usar a mesma musica para vários casos amorosos.
Hoje tem namorada x e dedica-lhe aquela musica linda que ele ouve, depois acaba com ela e tem a namorada y e dedica-lhe a mesma musica. Isto faz-me confusão, porque para mim a musica acaba por definir uma parte da minha vida, uma epoca e quando a ouço passado anos revivo aqueles momentos ou aquela fase que passei. Não ia gostar de forma alguma de ter duas musicas para uma mesma pessoa.
Então dou por mim a ouvir certa musica que me dizem "olha esta é bonita", e logo ali elimino a possibilidade que marque aquele momento porque já marcou numa outra altura com um outro alguém, ou apenas a mim mesma.
Nesta minha fase o escolhido (por acaso) foi Bruno Mars, e sei que daqui a uns tempos ou anos ao ouvir aquelas duas ou três musicas me vão fazer lembrar este tempo, que tem tanto de mau como de bom.
E as musicas que marcaram a minha vida, apenas aquelas que estão mais à flor da pele são:
Guns n´Roses - november rain
Além mar - deixa-me olhar
Rui Veloso - anel de rubi
James Morrison e Nelly Furtado - broken strings
The Pogues - Love you till the end
The Swell Season - The moon
Bruno Mars - Again
Bruno Mars - It will rain
Christina Perri - Thousand Years
Colbie Caillat - You got me
Entre outras, e não saia tão cedo daqui.
Musica que me faz escrever, e faz com que a escrita flua... Pearl Harbor - Tennessee
sábado, 28 de janeiro de 2012
Saudade
A saudade é a minha traição.... é ela que me sufoca, que dilacera e aperta o coração.
É ela que me trai quando tenho de seguir a minha vida sem pensar no que ficou para trás, ela e a esperança... de quê nem eu entendo!
Saudade que matas aos poucos, afasta-te para bem longe, onde não te possa sentir. Afasta-te o suficiente para que na minha mente não veja nem relembre todos aqueles momentos que não quero lembrar.
Não atraiçoes a minha razão que neste momento se tem de sobrepor ao coração.
Não me faças ter vontade de sentir de novo o corpo dele junto ao meu, não me relembres dos beijos, não avives o abraço que é o que mais falta sinto.
Não me faças ser fraca ao ponto de dizer que tenho saudades, não me faças sentir o sabor do sal da água que escorre no meu rosto.
Liberta as amarras do meu peito e deixa-me respirar sem esforço.
Saudade traiçoeira, apenas afasta-te o suficiente para que não te sinta com esta força, mas não desapareças de vez, não agora nem para já. Talvez um dia te peça isso, mas não para já!
É ela que me trai quando tenho de seguir a minha vida sem pensar no que ficou para trás, ela e a esperança... de quê nem eu entendo!
Saudade que matas aos poucos, afasta-te para bem longe, onde não te possa sentir. Afasta-te o suficiente para que na minha mente não veja nem relembre todos aqueles momentos que não quero lembrar.
Não atraiçoes a minha razão que neste momento se tem de sobrepor ao coração.
Não me faças ter vontade de sentir de novo o corpo dele junto ao meu, não me relembres dos beijos, não avives o abraço que é o que mais falta sinto.
Não me faças ser fraca ao ponto de dizer que tenho saudades, não me faças sentir o sabor do sal da água que escorre no meu rosto.
Liberta as amarras do meu peito e deixa-me respirar sem esforço.
Saudade traiçoeira, apenas afasta-te o suficiente para que não te sinta com esta força, mas não desapareças de vez, não agora nem para já. Talvez um dia te peça isso, mas não para já!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Again - Bruno Mars (voltaria a fazer tudo de novo sem duvida)
Again
Hands over my head thinking what else could go wrong?
Would've stayed in bed, how can a day be so long?
Never believed that things happen for a reason
But how this turned out, you moved all my doubts, I believe
That for you I'll do it all over again
Do it all over again
All I went through, led me to you
So I'd do it all over again
For you
I missed the first train, stood out in the rain, all day
Little did I know
When I caught the next train, there you were to sweep me away
Guess thats what I've waited for
Never believed that things happened for a reason
But how this turned out, you moved all my doubts, I believe
That for you Ill do it all over again
Do it all over again
All I went through, led me to you
So I'd do it all over again
(Ohh) Who ever thought a day gone so wrong, would turn out so Lovely
I'm so glad I found you
Even though the day went so wrong, I wouldnt change a thing (yeah, yeah, oh I'll do it)
I'll do it all over again
Do it all over again
All I went through, led me to you
So I'll do it all over again (yeah, yeah ohh)
Ill do it all over again (I'd do it all over, I'd do it all over)
Do it all over again (I'd do it all over for you, for you)
All I went through, led me to you (all I went through, it led me to you)
so I'd do it all over again (over again)
Who ever thought a day gone so wrong, could turn out so lovely ohh
Who ever thought a day gone so wrong, could turn out so lovely
Não tenho duvidas de que faria tudo de novo, o caminho que escolhi não foi o certo mas esse caminho levou-me até ti, por isso repetiria o mesmo erro as vezes que fosse preciso.
Contigo fui feliz, mesmo com a tua inconstância tenho certeza que fui feliz e isso é apenas e só o que me importa.Por algum motivo as pessoas passam pela nossa vida... serás sempre aquele que me mostrou que o meu sonho era possível, mesmo que por momentos!
Casamento
Ao ler o blog da S. fez-me lembrar deste assunto, casamento!
Para muitos o casamento é um acto religioso, deve ser respeitado, é uma união de Deus e uma vez unidos por Ele não poderão ser separados (Lucas corrige-me se estiver errada)!
Eu nunca vi o casamento como algo religioso, vi apenas como um passo que o casal dá para algo maior, como se a relação fosse um grupo de patamares e a certa altura houvesse necessidade de subir mais um degrau. Como se o casamento os unisse mais.
Neste momento penso nisso assim mas a verdade é que para mim em tempos o casamento era um papel assinado por duas pessoas que juram algo que mais tarde não cumprem.
Eu já me casei, já me divorciei e sei que casei pelos motivos errados. Se fosse hoje não tinha casado e tinha-me juntado primeiro. A razão de saber que os motivos foram os errados não é pela ruptura do mesmo, nem mesmo por ter terminado, mas sim porque o casamento neste momento para mim tem uma vertente acima dos motivos pelo qual dei aquele passo.
Naquela altura o casamento foi uma fuga e ao mesmo tempo um favor à família porque não nos queriam apenas "juntos", e novos como éramos demos esse passo.
Quando me divorciei jurei para nunca mais, que casar nem pensar, que era só um papel e que o melhor era juntar-me. No momento da separação cada um ia à sua vida e pronto, sem chatices, sem confusões, sem leis e sem papeis onde uma assinatura decide a diferença entre divorciado e casado. Pensando bem nesse assunto... podemos assinar um papel que nos intitula divorciados, mas quem nos tira do peito aquela pessoa de quem nos separámos? Aquela que marcou ali o seu lugar? (não foi o meu caso, mas é o caso de muita gente)
Hoje, passado quase 3 anos de divorcio, penso de forma diferente. A idade muda-nos, a forma de ver a vida muda, as peripécias do nosso caminho faz-nos mudar o rumo e a visão do que nos rodeia!
Se fosse hoje eu casava-me de novo, mas de uma forma completamente diferente do que foi o meu primeiro casamento.
Primeiro juntava-me e depois mais tarde, se visse que valia a pena e que juntos pensávamos no futuro ai sim casava-me, mas não de animo leve como já foi um dia.
Neste momento para mim o casamento é mais que um papel assinado, é como se a relação ficasse mais madura e o amor já fosse tanto que precisássemos dar um passo mais à frente e só daria esse passo tendo certeza que aquela era a minha pessoa. Não para sempre porque o para sempre é até terminar mas aquela pessoa pelo qual valeria a pena dar tamanho passo. Por isso hoje diria que sim, quero voltar a casar, pelos motivos certos e não por algo do momento.
Casaria pelo amor que sentisse por ele e ele por mim, casaria pela união que tivéssemos, casaria porque com ele quereria ter uma família, e acho que o casamento é mesmo isso a confirmação do amor que se tem por aquela pessoa que escolhemos como "nossa".
E não teria uma grande festa, com tios e primos que só se vê de anos a anos em casamentos ou funerais.
Seriam apenas os importantes, aqueles que todos os dias faziam parte da nossa vida, amigos, família mais chegada, apenas e só eles, aqueles que ao longo daquele tempo testemunharam o nosso "caminho" e fizeram parte da nossa odisseia!
Esses sim sei que iriam completar aquele dia que por si só é importante.
Os padrinhos seriam as pessoas mais importantes da minha vida, pouco importando se tinham dinheiro ou não para "os pagamentos" da praxe.
O casamento é mesmo isto... a confirmação de um amor!
Para muitos o casamento é um acto religioso, deve ser respeitado, é uma união de Deus e uma vez unidos por Ele não poderão ser separados (Lucas corrige-me se estiver errada)!
Eu nunca vi o casamento como algo religioso, vi apenas como um passo que o casal dá para algo maior, como se a relação fosse um grupo de patamares e a certa altura houvesse necessidade de subir mais um degrau. Como se o casamento os unisse mais.
Neste momento penso nisso assim mas a verdade é que para mim em tempos o casamento era um papel assinado por duas pessoas que juram algo que mais tarde não cumprem.
Eu já me casei, já me divorciei e sei que casei pelos motivos errados. Se fosse hoje não tinha casado e tinha-me juntado primeiro. A razão de saber que os motivos foram os errados não é pela ruptura do mesmo, nem mesmo por ter terminado, mas sim porque o casamento neste momento para mim tem uma vertente acima dos motivos pelo qual dei aquele passo.
Naquela altura o casamento foi uma fuga e ao mesmo tempo um favor à família porque não nos queriam apenas "juntos", e novos como éramos demos esse passo.
Quando me divorciei jurei para nunca mais, que casar nem pensar, que era só um papel e que o melhor era juntar-me. No momento da separação cada um ia à sua vida e pronto, sem chatices, sem confusões, sem leis e sem papeis onde uma assinatura decide a diferença entre divorciado e casado. Pensando bem nesse assunto... podemos assinar um papel que nos intitula divorciados, mas quem nos tira do peito aquela pessoa de quem nos separámos? Aquela que marcou ali o seu lugar? (não foi o meu caso, mas é o caso de muita gente)
Hoje, passado quase 3 anos de divorcio, penso de forma diferente. A idade muda-nos, a forma de ver a vida muda, as peripécias do nosso caminho faz-nos mudar o rumo e a visão do que nos rodeia!
Se fosse hoje eu casava-me de novo, mas de uma forma completamente diferente do que foi o meu primeiro casamento.
Primeiro juntava-me e depois mais tarde, se visse que valia a pena e que juntos pensávamos no futuro ai sim casava-me, mas não de animo leve como já foi um dia.
Neste momento para mim o casamento é mais que um papel assinado, é como se a relação ficasse mais madura e o amor já fosse tanto que precisássemos dar um passo mais à frente e só daria esse passo tendo certeza que aquela era a minha pessoa. Não para sempre porque o para sempre é até terminar mas aquela pessoa pelo qual valeria a pena dar tamanho passo. Por isso hoje diria que sim, quero voltar a casar, pelos motivos certos e não por algo do momento.
Casaria pelo amor que sentisse por ele e ele por mim, casaria pela união que tivéssemos, casaria porque com ele quereria ter uma família, e acho que o casamento é mesmo isso a confirmação do amor que se tem por aquela pessoa que escolhemos como "nossa".
E não teria uma grande festa, com tios e primos que só se vê de anos a anos em casamentos ou funerais.
Seriam apenas os importantes, aqueles que todos os dias faziam parte da nossa vida, amigos, família mais chegada, apenas e só eles, aqueles que ao longo daquele tempo testemunharam o nosso "caminho" e fizeram parte da nossa odisseia!
Esses sim sei que iriam completar aquele dia que por si só é importante.
Os padrinhos seriam as pessoas mais importantes da minha vida, pouco importando se tinham dinheiro ou não para "os pagamentos" da praxe.
O casamento é mesmo isto... a confirmação de um amor!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Sonhos
Esta noite sonhei que tinha tido um acidente de carro e morri!
Quando era miúda lembro-me de dizer à minha avó que ia morrer aos 27 anos a ter um filho... imaginação fértil a minha, vinda não sei de onde mas que me assustou quando estava quase nos meus 27.
Tenho 30 ainda estou viva e não tive mais filhos a não ser a minha aos 24!
Desde que o meu pai morreu que a morte me assusta, assusta-me o desconhecido, se vai doer, se vou dar conta, se vai ser de uma forma violenta ou na cama a dormir... Não penso todos os dias nisso lógico, mas nos dias menos bons em que passo tempos sem dormir quase, dá-me essas paranóias.
Basta começar com o pensamento "e se morro amanhã e não realizei os meus sonhos?".
A mente, de uma simples frase passa a um enredo tal qual filme de hollywood e só pára porque me obrigo a esquecer aquele assunto.
Esta noite tive um sonho, sonhei que a fazer uma curva despistei o carro e fui contra um rail, a unica coisa que me lembro do momento a seguir foi... silencio e escuridão.
Quando era miúda lembro-me de dizer à minha avó que ia morrer aos 27 anos a ter um filho... imaginação fértil a minha, vinda não sei de onde mas que me assustou quando estava quase nos meus 27.
Tenho 30 ainda estou viva e não tive mais filhos a não ser a minha aos 24!
Desde que o meu pai morreu que a morte me assusta, assusta-me o desconhecido, se vai doer, se vou dar conta, se vai ser de uma forma violenta ou na cama a dormir... Não penso todos os dias nisso lógico, mas nos dias menos bons em que passo tempos sem dormir quase, dá-me essas paranóias.
Basta começar com o pensamento "e se morro amanhã e não realizei os meus sonhos?".
A mente, de uma simples frase passa a um enredo tal qual filme de hollywood e só pára porque me obrigo a esquecer aquele assunto.
Esta noite tive um sonho, sonhei que a fazer uma curva despistei o carro e fui contra um rail, a unica coisa que me lembro do momento a seguir foi... silencio e escuridão.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Dias
Há dias que me pergunto o que ando eu a fazer da vida!
Pergunto-me do que estou eu à espera....
Há dias como o de hoje em que penso mesmo no que ando eu a fazer...
Pergunto-me do que estou eu à espera....
Há dias como o de hoje em que penso mesmo no que ando eu a fazer...
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Coisas que ouço
"Ah e tal... não houve aquele click"
"Há quimica mas não me consegui apaixonar"
Ouvi isto de uma pessoa tal como já li isto também.
Isso significa que os casais que não tiveram click, mas que tiveram química que se transformou em paixão e mais tarde em amor por verem que são as pessoas certas, amam-se menos do que aquelas relações que começaram com uma grande paixão cheia de flores, estrelas, borboletas e afins?
É que eu já tive uma paixão dessas, das que dizemos que é para sempre, das que choramos por tudo e nada, onde as borboletas reinam no estomago e a vontade de estar com aquela pessoa é enorme... não acabou bem! E como se vê não foi para sempre.
Dai para a frente já me apaixonei, uma nem entendo bem como, olhei para o rapaz e parecia que o mundo tinha desaparecido, até ele me beijar e .... não... a paixão passou logo.
E agora tenho um caso em que me fui apaixonando por ele, e não deixo que passe mais do que já está porque ele ainda não está preparado para que me entregue por completo, e não quero correr o risco de me magoar como já aconteceu.
Quando nos magoamos e crescemos acho que a nossa forma de ver o amor é diferente, tornamo-nos mais cautelosos, mais ponderados. E isso leva-nos a não vivermos aquela grande paixão...
Pelo menos para já é a minha forma de ver as coisas... será que estou certa?
Ou será que pensamos demais na vida?
Acho que é mais a segunda!
"Há quimica mas não me consegui apaixonar"
Ouvi isto de uma pessoa tal como já li isto também.
Isso significa que os casais que não tiveram click, mas que tiveram química que se transformou em paixão e mais tarde em amor por verem que são as pessoas certas, amam-se menos do que aquelas relações que começaram com uma grande paixão cheia de flores, estrelas, borboletas e afins?
É que eu já tive uma paixão dessas, das que dizemos que é para sempre, das que choramos por tudo e nada, onde as borboletas reinam no estomago e a vontade de estar com aquela pessoa é enorme... não acabou bem! E como se vê não foi para sempre.
Dai para a frente já me apaixonei, uma nem entendo bem como, olhei para o rapaz e parecia que o mundo tinha desaparecido, até ele me beijar e .... não... a paixão passou logo.
E agora tenho um caso em que me fui apaixonando por ele, e não deixo que passe mais do que já está porque ele ainda não está preparado para que me entregue por completo, e não quero correr o risco de me magoar como já aconteceu.
Quando nos magoamos e crescemos acho que a nossa forma de ver o amor é diferente, tornamo-nos mais cautelosos, mais ponderados. E isso leva-nos a não vivermos aquela grande paixão...
Pelo menos para já é a minha forma de ver as coisas... será que estou certa?
Ou será que pensamos demais na vida?
Acho que é mais a segunda!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
The Gift - Primavera
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci
Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti
E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim
Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz...
Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
Não sou tão só, somente só
Como ser feliz com pouco!
Esta musica é lindissima, com uma melodia que toca e uma letra unica!
"Hei de te amar ou então hei de chorar por ti, mesmo assim quero ver-te sorrir..."
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
O mundo é pequeno
Quando vezes já dissemos isto?
A S. é uma amiga do tempo de escola, conheci-a aos meus 15anos, chegamos a ser grandes amigas (que sabíamos nós sobre a amizade aos 15?). O tempo passou, afastá-mo-nos e passado 15 anos encontra-mo-nos de novo. Estamos em Agosto de 2011.
Quando reencontrei a S. conheci uma amiga dela a T. Sem paciência para a infantilidade da S. eu acabei por me afastar dela mas a T. manteve-se e torná-mo-nos amigas (ou eu tornei-me amiga e ela conhecida?).
Muita vezes ouvi a T. falar da R., R. assim, R. assado, porque saiam muito com a R. e ela nem queria ir a casa da S. e por aí adiante.
No fundo eu parecia que conhecia a R. sem a conhecer. (estamos entre Agosto de 2011 e janeiro de 2012).
Ontem encontrei família da parte do meu avô, primos de 2º e 3º grau perdidos na minha infância.
O facebook tem destas coisas engraçadas, reencontramos pessoas que um dia já foram importantes na nossa vida ou que simplesmente fizeram parte dela.
Encontrei a minha prima R. e ao ver as fotos dela vejo lá nada mais nada menos que a S.......
Começo a falar com ela no chat.
Eu- Conheces a S.?
R.- Sim conheci-a pelo M. amigo meu, de onde a conheces?
Eu - Do tempo da escola... então não me digas que conheces a T.
R.- Sim tambem, que giro...
Eu - Então tu és a R. que a T. fala, e ias um dia destes jantar a casa da S. não ias?
R- Sim é verdade!!!!
Eu- Como o mundo é pequenino!!
Pois é a R. que tanto ouvi falar, desde Agosto até Janeiro deste ano, que um dia a T. me ia apresentar.... é minha prima!
A S. é uma amiga do tempo de escola, conheci-a aos meus 15anos, chegamos a ser grandes amigas (que sabíamos nós sobre a amizade aos 15?). O tempo passou, afastá-mo-nos e passado 15 anos encontra-mo-nos de novo. Estamos em Agosto de 2011.
Quando reencontrei a S. conheci uma amiga dela a T. Sem paciência para a infantilidade da S. eu acabei por me afastar dela mas a T. manteve-se e torná-mo-nos amigas (ou eu tornei-me amiga e ela conhecida?).
Muita vezes ouvi a T. falar da R., R. assim, R. assado, porque saiam muito com a R. e ela nem queria ir a casa da S. e por aí adiante.
No fundo eu parecia que conhecia a R. sem a conhecer. (estamos entre Agosto de 2011 e janeiro de 2012).
Ontem encontrei família da parte do meu avô, primos de 2º e 3º grau perdidos na minha infância.
O facebook tem destas coisas engraçadas, reencontramos pessoas que um dia já foram importantes na nossa vida ou que simplesmente fizeram parte dela.
Encontrei a minha prima R. e ao ver as fotos dela vejo lá nada mais nada menos que a S.......
Começo a falar com ela no chat.
Eu- Conheces a S.?
R.- Sim conheci-a pelo M. amigo meu, de onde a conheces?
Eu - Do tempo da escola... então não me digas que conheces a T.
R.- Sim tambem, que giro...
Eu - Então tu és a R. que a T. fala, e ias um dia destes jantar a casa da S. não ias?
R- Sim é verdade!!!!
Eu- Como o mundo é pequenino!!
Pois é a R. que tanto ouvi falar, desde Agosto até Janeiro deste ano, que um dia a T. me ia apresentar.... é minha prima!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Mar (escrito 24/01/2008)
Vou pedir ao mar que me envolva nas suas ondas e me abrace.
Que me leve para longe e me embale no seu vai e vem "branco".
Que me faça sonhar com o seu azul e deitada no seu abraço me deixe ver o infinito do céu.
De dia azul limpido, por vezes com lindas "formas" brancas, de noite estrelado como uma cortina que decidiu decorar o breu da noite.
Embala-me até adormecer, e faz-me esquecer a vida, faz-me sonhar...
Sonhos de princesas, de mundos diferentes, de fantasia já inexistente em mim.
Leva-me ao infinito, onde não exitam horas, onde tudo é calmo, onde reina a felicidade.
Deixa-me sentir os raios de sol, o seu calor, a sua imensidão, a sua cor amarela, por vezes alaranjada como que dizendo um "adeus" a mais um dia.
Deixa-me sentir a brisa do vento no meu rosto, quente como o que sinto no coração e fria como sinto a alma.
Deixa-me idolatrar a lua, cheia e alaranjada, dando vida à noite...
Apenas abraça-me e faz-me sentir feliz!!
Que me leve para longe e me embale no seu vai e vem "branco".
Que me faça sonhar com o seu azul e deitada no seu abraço me deixe ver o infinito do céu.
De dia azul limpido, por vezes com lindas "formas" brancas, de noite estrelado como uma cortina que decidiu decorar o breu da noite.
Embala-me até adormecer, e faz-me esquecer a vida, faz-me sonhar...
Sonhos de princesas, de mundos diferentes, de fantasia já inexistente em mim.
Leva-me ao infinito, onde não exitam horas, onde tudo é calmo, onde reina a felicidade.
Deixa-me sentir os raios de sol, o seu calor, a sua imensidão, a sua cor amarela, por vezes alaranjada como que dizendo um "adeus" a mais um dia.
Deixa-me sentir a brisa do vento no meu rosto, quente como o que sinto no coração e fria como sinto a alma.
Deixa-me idolatrar a lua, cheia e alaranjada, dando vida à noite...
Apenas abraça-me e faz-me sentir feliz!!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O meu irmão
Li um texto sobre e irmãos e lembrei-me do meu.
Todos nós temos de ter alguém com quem contar na vida, alguém que mesmo não estando presente todos os dias o está.
Alguém que mesmo nós pensando que está longe não o está, e nós sentimos isso, não precisamos daquela presença constante, não precisamos da pergunta diária "está tudo bem?", não precisamos do gosto de ti constante porque no fundo sabemos que aquela pequena parte nos pertence, é nossa, não porque o definimos mas porque foi gravada em nós um dia e o meu irmão tem uma parte dele gravada no meu coração e nunca sairá de lá, passem os anos que passarem, mesmo quando nos chateamos por sermos opostos em quase tudo.
Lembro-me vagamente da gravidez da minha mãe, apenas me lembro de ela ir para a maternidade para o ter.
Não me lembro de ele vir para casa, mas lembro-me de pensar "eu não pedi nada disto", lembro-me de aos 4anos irmos ao Palácio com os meus pais e ele estar ao meu colo (existe foto dessa altura), lembro-me de lhe roubar a chupeta porque se ele tinha direito a ela eu também tinha.
Lembro-me dos ciumes que sentia, porque a minha mãe a mim não ligava nenhum mas ele estava ali no berço ao lado da cama dela e na casa dela, eu em contrapartida estava na casa da minha avó e dormia com ela.
Não que me sentisse arrependida (hoje muito menos), com quase 4anos não sabemos o que é arrependimento, mas pensava porque o tinham escolhido a ele e não a mim.
Daí para a frente, até aos meus 12/14 anos simplesmente não me dava bem com ele, alturas havia que me perguntava porque tinha ele nascido.
Tinha tudo dos meus pais, era sempre o favorito, o escolhido, o rapaz que todos queriam, e eu sempre me senti de parte.
Ele mimado como era (eu também mas mimada com amor, não com aquele tipo de mimo que o fazia achar-se o maior) achava que podia fazer tudo à maneira dele e conforme queria e eu educada de forma diferente nunca entendi aquela raiva dele, aquele mau perder, aqueles nervos próprios dele que descarregava muitas vezes em mim, hoje entendo!
Era raro o ai ou ui que eu desse, ficava magoada mas calada no meu canto como sempre o fiz e por vezes ainda hoje faço.
Mais tarde quando fui morar com os meus pais tive de conviver com ele também, os primeiros tempos foram complicados até que um dia me adaptei a ele.
Ambos crescemos, percebemos que no fundo só nos tínhamos um ao outro porque os nossos pais afinal minavam a nossa irmandade, nada mudou quanto às regalias que ele tinha e eu não, mas o engraçado é que nunca me afectou o ele ter mais ou menos que eu, apenas pensava que a relação que tínhamos ganho naquele ano era mais importante que todos os bens materiais que lhe podiam dar e a mim não.
Tinha eu mais ao menos 15 e ele 11 quando percebemos que algo nos ligava, numa brincadeira parva, num daqueles dias em que os nossos pais não estavam em casa e só chegavam às 21/22h da noite.
Lembro-me daquele dia como se fosse hoje, valia de tudo para ver quem molhava mais quem, entre bacias cheias de água e a mangueira de regar o jardim. Lembro-me das gargalhadas com frases do tipo "se eles chegam estamos feitos".
Lembro-me de vermos as horas passarem e nos irmos secar à pressa com a jura que aquilo seria algo só nosso, como se de um segredo importante se tratasse e nessa altura entendemos o que nos unia, e dessa altura até hoje sei que não viveria sem ele e digo muitas vezes que ainda bem que ele nasceu e faz parte de mim.
Sim já tivemos muitas chatices como todos os amores têm, mas sempre soubemos que para lá das divergências nos tínhamos e muitas vezes o deixei ganhar as batalhas, para quê ganhar algo se o mais importante era eu dar-me bem com ele?
E hoje digo que um dos meus maiores medos é perder o meu irmão, não saberia viver sem a certeza de que ele estava ali a meu lado como está mesmo não estando.
Não saberia viver sem ele, sem as suas chatices, os seus amuos, o seu egoismo pelo mimo que tem de todos os que o amam, sem o ver chateado comigo pela vida que tenho, sem o ver magoado porque quer o melhor para mim e sabe que nada pode fazer. Não saberia viver sem este imenso amor que sei que tem por mim e eu por ele.
Viraria o mundo por ele, seja pelo que fosse.
E a ti agradeço tudo, fazes parte de mim e sempre farás é a única garantia que tenho é a vantagem que existe nos irmãos, nunca o deixarão de ser e ainda bem que assim o é.
Todos nós temos de ter alguém com quem contar na vida, alguém que mesmo não estando presente todos os dias o está.
Alguém que mesmo nós pensando que está longe não o está, e nós sentimos isso, não precisamos daquela presença constante, não precisamos da pergunta diária "está tudo bem?", não precisamos do gosto de ti constante porque no fundo sabemos que aquela pequena parte nos pertence, é nossa, não porque o definimos mas porque foi gravada em nós um dia e o meu irmão tem uma parte dele gravada no meu coração e nunca sairá de lá, passem os anos que passarem, mesmo quando nos chateamos por sermos opostos em quase tudo.
Lembro-me vagamente da gravidez da minha mãe, apenas me lembro de ela ir para a maternidade para o ter.
Não me lembro de ele vir para casa, mas lembro-me de pensar "eu não pedi nada disto", lembro-me de aos 4anos irmos ao Palácio com os meus pais e ele estar ao meu colo (existe foto dessa altura), lembro-me de lhe roubar a chupeta porque se ele tinha direito a ela eu também tinha.
Lembro-me dos ciumes que sentia, porque a minha mãe a mim não ligava nenhum mas ele estava ali no berço ao lado da cama dela e na casa dela, eu em contrapartida estava na casa da minha avó e dormia com ela.
Não que me sentisse arrependida (hoje muito menos), com quase 4anos não sabemos o que é arrependimento, mas pensava porque o tinham escolhido a ele e não a mim.
Daí para a frente, até aos meus 12/14 anos simplesmente não me dava bem com ele, alturas havia que me perguntava porque tinha ele nascido.
Tinha tudo dos meus pais, era sempre o favorito, o escolhido, o rapaz que todos queriam, e eu sempre me senti de parte.
Ele mimado como era (eu também mas mimada com amor, não com aquele tipo de mimo que o fazia achar-se o maior) achava que podia fazer tudo à maneira dele e conforme queria e eu educada de forma diferente nunca entendi aquela raiva dele, aquele mau perder, aqueles nervos próprios dele que descarregava muitas vezes em mim, hoje entendo!
Era raro o ai ou ui que eu desse, ficava magoada mas calada no meu canto como sempre o fiz e por vezes ainda hoje faço.
Mais tarde quando fui morar com os meus pais tive de conviver com ele também, os primeiros tempos foram complicados até que um dia me adaptei a ele.
Ambos crescemos, percebemos que no fundo só nos tínhamos um ao outro porque os nossos pais afinal minavam a nossa irmandade, nada mudou quanto às regalias que ele tinha e eu não, mas o engraçado é que nunca me afectou o ele ter mais ou menos que eu, apenas pensava que a relação que tínhamos ganho naquele ano era mais importante que todos os bens materiais que lhe podiam dar e a mim não.
Tinha eu mais ao menos 15 e ele 11 quando percebemos que algo nos ligava, numa brincadeira parva, num daqueles dias em que os nossos pais não estavam em casa e só chegavam às 21/22h da noite.
Lembro-me daquele dia como se fosse hoje, valia de tudo para ver quem molhava mais quem, entre bacias cheias de água e a mangueira de regar o jardim. Lembro-me das gargalhadas com frases do tipo "se eles chegam estamos feitos".
Lembro-me de vermos as horas passarem e nos irmos secar à pressa com a jura que aquilo seria algo só nosso, como se de um segredo importante se tratasse e nessa altura entendemos o que nos unia, e dessa altura até hoje sei que não viveria sem ele e digo muitas vezes que ainda bem que ele nasceu e faz parte de mim.
Sim já tivemos muitas chatices como todos os amores têm, mas sempre soubemos que para lá das divergências nos tínhamos e muitas vezes o deixei ganhar as batalhas, para quê ganhar algo se o mais importante era eu dar-me bem com ele?
E hoje digo que um dos meus maiores medos é perder o meu irmão, não saberia viver sem a certeza de que ele estava ali a meu lado como está mesmo não estando.
Não saberia viver sem ele, sem as suas chatices, os seus amuos, o seu egoismo pelo mimo que tem de todos os que o amam, sem o ver chateado comigo pela vida que tenho, sem o ver magoado porque quer o melhor para mim e sabe que nada pode fazer. Não saberia viver sem este imenso amor que sei que tem por mim e eu por ele.
Viraria o mundo por ele, seja pelo que fosse.
E a ti agradeço tudo, fazes parte de mim e sempre farás é a única garantia que tenho é a vantagem que existe nos irmãos, nunca o deixarão de ser e ainda bem que assim o é.
Adoro!!!
Talking To The Moon
I know you're somewhere out there
Somewhere far away
I want you back
I want you back
My neighbors think
I'm crazy
But they don't understand
You're all I have
You're all I have
At night when the stars
Light up my room
I sit by myself
Talking to the moon
Try to get to you
In hopes you're on
The other side
Talking to me too
Or am I a fool
Who sits alone
Talking to the moon
I'm feeling like I'm famous
The talk of the town
They say
I've gone mad
Yeah, I've gone mad
But they don't know
What I know
Cause when the
Sun goes down
Someone's talking back
Yeah, they're talking back
At night when the stars
Light up my room
I sit by myself
Talking to the moon
Try to get to you
In hopes you're on
The other side
Talking to me too
Or am I a fool
Who sits alone
Talking to the moon
Do you ever hear me calling?
Cause every night
I'm talking to the moon
Still trying to get to you
In hopes you're on
The other side
Talking to me too
Or am I a fool
Who sits alone
Talking to the moon
I know you're somewhere out there
Somewhere far away
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Perdoar ou não
A minha mãe tem tentado, sim eu reparo que ela liga, anda mais nhé nhé com falinhas mansas.
Pergunta como estou e como está a minha filha e manda aparecer.
Eu sou simpática e respondo "sim está tudo" mas quando chega à parte de ser nhé nhé não consigo... Há algo mais forte que eu que não me deixa ser "merdinhas" com ela.
Tenho perfeita noção que não a deixaria doente a morrer num canto, no fundo fundinho é minha mãe, mas há coisas na vida que não consigo perdoar, há dores que não saem de cá de dentro, dores provocadas por ela.
Muito menos frases que muitas vezes ecoam a minha cabeça, não consigo perdoá-la por um dia ter precisado mesmo muito dela e ela apenas ter dito "se estás a passar por isso é porque provocaste" não foram exactamente estas palavras mas se colocasse as verdadeiras ficaria explicito demais a dor que tenho e isso não quero.
Não sou de fazer festinhas e meiguices a quem me magoa, normalmente até me torno fria, distante dessa pessoa, com ela foi sempre assim até aos dias de hoje e acho que continuará a ser.
A minha mãe sempre foi a minha avó e continuo a dizer que vendia a alma ao diabo para a ter mais anos aqui comigo! Faz-me tanta falta e as saudades não cabem cá dentro a maior parte das vezes!
Pergunta como estou e como está a minha filha e manda aparecer.
Eu sou simpática e respondo "sim está tudo" mas quando chega à parte de ser nhé nhé não consigo... Há algo mais forte que eu que não me deixa ser "merdinhas" com ela.
Tenho perfeita noção que não a deixaria doente a morrer num canto, no fundo fundinho é minha mãe, mas há coisas na vida que não consigo perdoar, há dores que não saem de cá de dentro, dores provocadas por ela.
Muito menos frases que muitas vezes ecoam a minha cabeça, não consigo perdoá-la por um dia ter precisado mesmo muito dela e ela apenas ter dito "se estás a passar por isso é porque provocaste" não foram exactamente estas palavras mas se colocasse as verdadeiras ficaria explicito demais a dor que tenho e isso não quero.
Não sou de fazer festinhas e meiguices a quem me magoa, normalmente até me torno fria, distante dessa pessoa, com ela foi sempre assim até aos dias de hoje e acho que continuará a ser.
A minha mãe sempre foi a minha avó e continuo a dizer que vendia a alma ao diabo para a ter mais anos aqui comigo! Faz-me tanta falta e as saudades não cabem cá dentro a maior parte das vezes!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Eles?
São todos muito verdadeiros quanto ao que querem, são melhores do que os outros porque dizem logo para o que vêem.
Acham que nao magoam ninguém apenas porque dizem "Sem sentimentos" e pensam que nós temos de os seguir apenas porque estão a ser verdadeiros connosco.
Acho piada à ultima verdadeira deste...
Ele - Não querias estar comigo?
Eu - Não, és casado, se não fosses quem sabe!
Ele - Essa vai ser a minha prenda.
Eu - Prenda?
Ele - Que te vou dar nos teus anos.
Eu - Explica lá?!
Ele - Deixar de estar casado
Eu - Por umas horas não?
Ele - Sim. É isso...
Nem comento mais nada....
Acham que nao magoam ninguém apenas porque dizem "Sem sentimentos" e pensam que nós temos de os seguir apenas porque estão a ser verdadeiros connosco.
Acho piada à ultima verdadeira deste...
Ele - Não querias estar comigo?
Eu - Não, és casado, se não fosses quem sabe!
Ele - Essa vai ser a minha prenda.
Eu - Prenda?
Ele - Que te vou dar nos teus anos.
Eu - Explica lá?!
Ele - Deixar de estar casado
Eu - Por umas horas não?
Ele - Sim. É isso...
Nem comento mais nada....
Dizem
Que quando não procuramos as coisas acontecem...
Estas ultimas semanas realmente ando calminha, desinteressada...
Apareceram de novo na minha vida 3 pessoas que tinham "desaparecido" por uns tempos.
Pensei que quando acontecesse que seria algo novo, ou isto quer dizer que uma das tres pessoas ou mesmo as três são as que vão ficar para sempre? (nem pensar)
Vá destino, quero gente nova sim?
Isto para dizer que há dois meses que não sabia do meu amigo casado, ainda há uns dias comentei com alguém que ele andava muito calado e ainda bem que assim o era...
O meu amigo casado hoje lembrou-se de mim. Podiamos dizer que era algo bom, é uma pessoa com quem falo há mais de 7anos, não fosse ele casado e de há sete anos para cá andar a tentar saltar-me em cima. E acreditem que ele é muito teimoso e persistente!
O gajo até é giro, quando o conheci nem sabia que namorava... mas convenhamos... é casado, não respeita a mulher e isso tira-me do serio...
Estas ultimas semanas realmente ando calminha, desinteressada...
Apareceram de novo na minha vida 3 pessoas que tinham "desaparecido" por uns tempos.
Pensei que quando acontecesse que seria algo novo, ou isto quer dizer que uma das tres pessoas ou mesmo as três são as que vão ficar para sempre? (nem pensar)
Vá destino, quero gente nova sim?
Isto para dizer que há dois meses que não sabia do meu amigo casado, ainda há uns dias comentei com alguém que ele andava muito calado e ainda bem que assim o era...
O meu amigo casado hoje lembrou-se de mim. Podiamos dizer que era algo bom, é uma pessoa com quem falo há mais de 7anos, não fosse ele casado e de há sete anos para cá andar a tentar saltar-me em cima. E acreditem que ele é muito teimoso e persistente!
O gajo até é giro, quando o conheci nem sabia que namorava... mas convenhamos... é casado, não respeita a mulher e isso tira-me do serio...
Eu e as minhas manias
Ontem fui ter com um colega de trabalho que não anda bem a ver se queria desabafar.
Eu bem digo que tenho de me deixar destas coisas mas... há dias que prefiro ouvir os problemas dos outros e tentar dar os meus conselhos apenas pelo que já vivi e passei do que me lembrar dos meus proprios problemas.
Sim senti-me bem por o ouvir.
E sim ouvi dos mais chegados "pareces a madre Teresa de Calcutá, só tu para essa paciencia" ....
Acho que não consigo mudar quem sou....
Eu bem digo que tenho de me deixar destas coisas mas... há dias que prefiro ouvir os problemas dos outros e tentar dar os meus conselhos apenas pelo que já vivi e passei do que me lembrar dos meus proprios problemas.
Sim senti-me bem por o ouvir.
E sim ouvi dos mais chegados "pareces a madre Teresa de Calcutá, só tu para essa paciencia" ....
Acho que não consigo mudar quem sou....
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Um mal nunca vem só
A minha filha ontem partiu o Umero, mesmo ali onde diz Epicondio.
Com gartland tipo 1 ou seja a fractura não deslocou, o médico apenas disse que ela teve muita sorte.
Doeu ouvir os gritos dela de medo e dor enquanto tremia, e eu senti-me pequenina por estar ali e não poder fazer nada!
Rais parta o azar que parece não desaparecer !!!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Eu e as bebidas alcoolicas
Eu não bebo! Não porque não faltasse por vezes vontade de apanhar uma bela de uma bebedeira, nem que fosse para ver como era o meu eu naquele lindo estado, mas porque não gosto do gosto amargo que o alcool deixa na garganta.
A verdade é que é algo que nunca me fez falta, até começar a sair à noite e levar sempre com ares admirados do tipo "não bebes? nada mesmo? sério?".
Ok eu só comecei a sair à noite agora aos 30, mais vale tarde que nunca.
Em adolescente não podia sair, outros tempos (outros pais), entretanto casei, tive a minha filha, separei-me, e só depois da separação daquele que mais me marcou na vida é que decidi que estava na hora de pensar em mim, mudar, e começar a fazer o que nunca fiz, quanto mais não seja para ver como aquilo é (experimentar tudo mas consciente... muito consciente mesmo).
Comecei a sair à noite com um grupo de amigos, ao inicio as discotecas não eram muito a minha onda (e ainda não são) até que conheci as galerias e percebi que lá havia algo que gosto, bares, onde a musica é boa e dá para conversar.
Por isso sim eu saio à noite, 1x por semana, para ver gente, estar com os amigos (ultimamente até tem sido apenas uma amiga), ouvir boa musica, divertir um pouco, e depois vir para casa.
Não preciso de beber para me divertir e acho deprimente quem bebe ao ponto do que lá se vê...
Por isso quando teimam comigo que tenho de começar a beber apenas digo... "não bebi até agora não será hoje que o farei, divirto-me na mesma e nao faço figurinhas tristes"!
Não, não vou na onda de ninguém e nunca fui muito de ir, sempre soube o que queria para mim.
Depois claro que levo com rotulos do tipo "és certinha demais" mas pronto é o que temos.
A verdade é que depois há quem me peça para ser motorista, ai sim não teimam para que beba, assim eles bebem sem riscos de multas ou acidentes. Para mim não faz diferença, divirto-me na mesma, e ainda consigo dar umas boas gargalhadas com a estupidez deles bebados!!!
A verdade é que é algo que nunca me fez falta, até começar a sair à noite e levar sempre com ares admirados do tipo "não bebes? nada mesmo? sério?".
Ok eu só comecei a sair à noite agora aos 30, mais vale tarde que nunca.
Em adolescente não podia sair, outros tempos (outros pais), entretanto casei, tive a minha filha, separei-me, e só depois da separação daquele que mais me marcou na vida é que decidi que estava na hora de pensar em mim, mudar, e começar a fazer o que nunca fiz, quanto mais não seja para ver como aquilo é (experimentar tudo mas consciente... muito consciente mesmo).
Comecei a sair à noite com um grupo de amigos, ao inicio as discotecas não eram muito a minha onda (e ainda não são) até que conheci as galerias e percebi que lá havia algo que gosto, bares, onde a musica é boa e dá para conversar.
Por isso sim eu saio à noite, 1x por semana, para ver gente, estar com os amigos (ultimamente até tem sido apenas uma amiga), ouvir boa musica, divertir um pouco, e depois vir para casa.
Não preciso de beber para me divertir e acho deprimente quem bebe ao ponto do que lá se vê...
Por isso quando teimam comigo que tenho de começar a beber apenas digo... "não bebi até agora não será hoje que o farei, divirto-me na mesma e nao faço figurinhas tristes"!
Não, não vou na onda de ninguém e nunca fui muito de ir, sempre soube o que queria para mim.
Depois claro que levo com rotulos do tipo "és certinha demais" mas pronto é o que temos.
A verdade é que depois há quem me peça para ser motorista, ai sim não teimam para que beba, assim eles bebem sem riscos de multas ou acidentes. Para mim não faz diferença, divirto-me na mesma, e ainda consigo dar umas boas gargalhadas com a estupidez deles bebados!!!
sábado, 7 de janeiro de 2012
Não acredito
Não acredito que a minha vida seja feita apenas de desencontros, de pessoas que aparecem na minha vida sem ser no tempo certo!
Não é justo que assim seja, e embora eu já aceite a vida conforme ela é não deixa de ser revoltante.
Não acredito que apareceste na minha vida na altura errada unica e simplesmente porque não estás no mesmo patamar que eu. Não acredito que a vida seja capaz de me gozar a este ponto, de me mostrar algo que sempre quis e depois me mostrar que era só uma amostra...
Quero acreditar que estás a ser uma aprendizagem (mais uma), na minha vida, aprender a ter paciencia a deixar que a vida me dê o que tem para me dar, aprender a deixar os dias correr e o tempo passar.
E pela primeira vez estou a seguir os passos como tem de ser, porque há muito que desisti de ir atrás e exigir o amor de quem quer que seja, que não me queira amar.
E deixo-te partir como nunca deixei ninguem, apenas porque aceito e tenho de aceitar como as coisas são.
Mas isso não implica que não doa, os primeiros dias são de ansiedade mas chega a esta altura e a saudade mata por dentro, doi, remoi.... aperta como se tivessem a arrancar algo que não me pertence.
Dois dias de completo silencio e hoje falaste, fui fria quando queria dizer o quanto sinto a tua falta.
Doeu ter de ser o que não sou apenas porque te tenho de dar distancia e o espaço que é preciso.
Doia menos se eliminasse tudo de ti, mas não seria justo, porque a amizade que tinhamos não pode acabar tambem tal como o que tivemos acabou.
Então agarro-me ao pouco que tenho e tento respirar fundo, ergo a cabeça como sempre fiz seguro o peito apertado, choro o que tenho de chorar e continuo a minha espera... aquela espera que nunca fiz... esperar que a vida e o tempo decidam a minha vida, sem desejar nada, porque farto-me de ouvir que quando não se procura tudo acontece...
Não é justo que assim seja, e embora eu já aceite a vida conforme ela é não deixa de ser revoltante.
Não acredito que apareceste na minha vida na altura errada unica e simplesmente porque não estás no mesmo patamar que eu. Não acredito que a vida seja capaz de me gozar a este ponto, de me mostrar algo que sempre quis e depois me mostrar que era só uma amostra...
Quero acreditar que estás a ser uma aprendizagem (mais uma), na minha vida, aprender a ter paciencia a deixar que a vida me dê o que tem para me dar, aprender a deixar os dias correr e o tempo passar.
E pela primeira vez estou a seguir os passos como tem de ser, porque há muito que desisti de ir atrás e exigir o amor de quem quer que seja, que não me queira amar.
E deixo-te partir como nunca deixei ninguem, apenas porque aceito e tenho de aceitar como as coisas são.
Mas isso não implica que não doa, os primeiros dias são de ansiedade mas chega a esta altura e a saudade mata por dentro, doi, remoi.... aperta como se tivessem a arrancar algo que não me pertence.
Dois dias de completo silencio e hoje falaste, fui fria quando queria dizer o quanto sinto a tua falta.
Doeu ter de ser o que não sou apenas porque te tenho de dar distancia e o espaço que é preciso.
Doia menos se eliminasse tudo de ti, mas não seria justo, porque a amizade que tinhamos não pode acabar tambem tal como o que tivemos acabou.
Então agarro-me ao pouco que tenho e tento respirar fundo, ergo a cabeça como sempre fiz seguro o peito apertado, choro o que tenho de chorar e continuo a minha espera... aquela espera que nunca fiz... esperar que a vida e o tempo decidam a minha vida, sem desejar nada, porque farto-me de ouvir que quando não se procura tudo acontece...
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Novidades
E estamos assim, com 68kg certos, a ultima vez que pesei tão pouco foi em 2007, entretanto descobri um nodulo no peito e engordei 7kg em 2meses. Vamos esperar que não tenha nenhuma novidades nos proximos anos, para manter esta caminhada.
No total já foram 10.4kg.
Agora está a ser uma caminhada mais lenta como já previa, mas não estou a matar a cabeça com o assunto. Não mudei muito a alimentação nem tenho bebido água nenhuma por isso posso dar-me por feliz por estar a perder peso com tão pouco que faço.
Como não tenho ido caminhar decidi fazer uso da elíptica que tenho em casa, que já não usava há mais de 1ano e tinha sido usada 2x!
Para já ainda só faço 30min, não por não aguentar mas sim porque se torna um desporto chato, não se sai do sitio e acabo por me chatear com aquilo.
Gostei da diferença da resistência muscular, há um ano quando comprei a elíptica aguentava 10min apenas e na força 1, neste momento faço 30min na força 4, e aguentava mais tempo se fosse preciso. Definitivamente as caminhadas e inicio de corrida fizeram-me muito bem, a ver se no tempo mais quente volto à rotina que tinha.
Para já o frio dá-me preguiça!
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Musica
Não arranjava melhor musica para esta fase da minha vida.
Someone That Cannot Love
You locked your heart
You wake up with tears and stars in your eyes
You gave it all to someone that
Cannot love you back
Your days are packed
With wishes and hopes for the love that you've got
You wasted all to someone that
Cannot love you back
Someone that cannot love
Love, ain't this enough
You push yourself down
You try to take confort in words
But words
They cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more
You secretly made
Castles of sand that you hide in the shade
But you cannot hold the tides that break them
And you build them all over again
You talk all these words
You make conversations that cannot be heard
How long until you notice that
No one is answering back?
Someone that cannot love
Love, ain't this enough
You push yourself down
You try to take comfort in words
But words
They cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more
Love, love, ain't this enough
You're pushing around
You try to take comfort in words
But words
Well they cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more
Someone that cannot love
Love, ain't this enough
You push yourself down
You try to take comfort in words
But words
They cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more
Love, love, ain't this enough
You're pushing around
To find little comfort in words
But words
Well they cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more
You know they'll bruise you more
Words, they will hurt you more
Words, they will hurt you more
Yes, they'll bruise you
Someone that cannot love
Someone that cannot love
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Musica - Pablo Alboran - Miedo
É dos poucos putos a quem tiro as medidas... se calhar por parecer mais velho.. ou será a barba?!
Miedo
Empiezo a notar que te tengo,
Empiezo asustarme de nuevo,
Sin embargo lo guardo en silencio
Voy a dejar que pase el tiempo.
Empiezo a creer que te quiero
Ya empiezo a soñar con tu beso
Sin embargo no voy a decirlo
Hasta que tú sientas lo mismo.
Porque tengo miedo, miedo de quererte
Y que no quiera volver a verme
Por eso dime que me quieres,
O dime que ya no lo sientes
Que ya no corre por tus venas ese calor que siento al verte
No lo intentes sé que me mientes..
Empiezo a notar que te pierdo ,
Empiezo ya a echarte de menos
Acaso te miento no es cierto
Que se va apagando lo nuestro ,
Y ahora dirá que eso mentira ,
Que soy el único en tu vida
Te sigo notando perdida?
Ya no me digas que me quieres
Ya no me importa lo que sientes
Que aquel amor que me abrazaba
Ya no quema solo escuece,
No lo intentes
Sé que me mientes?
Ya no me digas que me quieres ,
Ya no me importa lo que sientes?
Ya no tengo miedo...
Não gosto
De pessoas que tem tudo de mão beijada na vida, que tem marido e filhos, e mesmo assim se lamentam da péssima vida que têm.
Eu conheço uma pessoa assim, desde que a conheço, e já lá vão uns 7 a 8 anos que nunca a vi com algo positivo na boca.
Ora porque a mãe só gosta da irmã e não dela.
Ora porque a irmã é esta e aquela e só a queima.
Ora porque casou e não é feliz, e o marido não ajuda em nada, e o marido fuma e só dorme, ora porque o marido trouxe uma bagagem familiar que ela detesta.
Ora porque teve um filho e o marido não a ajuda com o filho, e porque está gorda, e nem sequer se penteia e anda sempre triste...
E ao mesmo tempo é vê-la a continuar casada, a continuar a ir almoçar todos os dias à mãe, a dizer que a mãe lhe deu isto e aquilo, a ir de férias para fora, entre mais mil e uma coisas....
Não gosto de gente assim que tem uma vida boa e só se lamentam...
E depois ainda me diz "ah eu adorava ser como tu, ter essa força de te levantares sempre"
f*** só não se levanta quem não quer, quem adora aquele tipo de vida teatral onde o drama reina todos os dias... e se não houver drama não há vida.
A história de ontem foi que está gorda, e que este fim de semana queria ver o Avatar e o marido fugiu e nem tomou conta do filho para ela ter 5minutos de sossego a ver o filme, que nem entendeu o filme vejam só.
Depois descobriu que o marido estava na varanda com o cão... o drama... o marido afinal estava ali ao lado dela mas caladinho para fugir (matem-me)....
E coitada, porque tem de tratar do cão, porque tem de tratar do filho, porque tem de tratar do marido, que tem de trabalhar e que já nem tem roupa que lhe sirva, as calças andam com o botão desapertado, as camisolas estão todas gastas e velhas, que de manhã já nem se penteia (O horror...) sequer porque se sente feia....
Às vezes pergunto-me como tenho eu paciência para ouvir esta gente, juro que quando morrer vou ter um lugar VIP no céu, com direito a spa, anjinhos a abanar folhas (sei lá eu o nome daquela coisa), outro anjo a arranjar-me as unhas, outro do cabelo, massagens e afins..... tudo a que tenho direito...
Eu conheço uma pessoa assim, desde que a conheço, e já lá vão uns 7 a 8 anos que nunca a vi com algo positivo na boca.
Ora porque a mãe só gosta da irmã e não dela.
Ora porque a irmã é esta e aquela e só a queima.
Ora porque casou e não é feliz, e o marido não ajuda em nada, e o marido fuma e só dorme, ora porque o marido trouxe uma bagagem familiar que ela detesta.
Ora porque teve um filho e o marido não a ajuda com o filho, e porque está gorda, e nem sequer se penteia e anda sempre triste...
E ao mesmo tempo é vê-la a continuar casada, a continuar a ir almoçar todos os dias à mãe, a dizer que a mãe lhe deu isto e aquilo, a ir de férias para fora, entre mais mil e uma coisas....
Não gosto de gente assim que tem uma vida boa e só se lamentam...
E depois ainda me diz "ah eu adorava ser como tu, ter essa força de te levantares sempre"
f*** só não se levanta quem não quer, quem adora aquele tipo de vida teatral onde o drama reina todos os dias... e se não houver drama não há vida.
A história de ontem foi que está gorda, e que este fim de semana queria ver o Avatar e o marido fugiu e nem tomou conta do filho para ela ter 5minutos de sossego a ver o filme, que nem entendeu o filme vejam só.
Depois descobriu que o marido estava na varanda com o cão... o drama... o marido afinal estava ali ao lado dela mas caladinho para fugir (matem-me)....
E coitada, porque tem de tratar do cão, porque tem de tratar do filho, porque tem de tratar do marido, que tem de trabalhar e que já nem tem roupa que lhe sirva, as calças andam com o botão desapertado, as camisolas estão todas gastas e velhas, que de manhã já nem se penteia (O horror...) sequer porque se sente feia....
Às vezes pergunto-me como tenho eu paciência para ouvir esta gente, juro que quando morrer vou ter um lugar VIP no céu, com direito a spa, anjinhos a abanar folhas (sei lá eu o nome daquela coisa), outro anjo a arranjar-me as unhas, outro do cabelo, massagens e afins..... tudo a que tenho direito...
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